O Pantanal Mato-Grossense ocupa a parte oeste dos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, perfazendo 1,8% do território nacional. Estende-se ainda por parte do Paraguai, Bolívia e Argentina, onde é conhecido como chaco. É a maior planície de inundação contínua do planeta, coberta por vegetação em sua maior parte aberta, que configura uma das mais ricas e completas reservas de vida selvagem do planeta.É formado por terrenos arenosos em sua maior parte, cuja formação teve início na era Cenozóica, no período Terciário, há cerca de 5 e 2 milhões de anos atrás. Durante essa era houve intensa movimentação da crosta terrestre, o que provocou a elevação dos Andes e como conseqüência o rebaixamento da planície pantaneira. Devido a esse fato, a região ficou inundada, transformando-se em uma enorme bacia de sedimentação.
O Pantanal também conta com uma das maiores redes fluviais do país. É atravessado pelo Rio Paraguai e por alguns de seus afluentes, como os rios São Lourenço, Sepotuba, Taquari, Miranda, Negro e Nabileque. A vegetação apresenta várias espécies que são comuns a outros biomas brasileiros, como a vitória-régia, típica da Amazônia, e cactos, barrigudas e gravatás, plantas da caatinga. Entre as poucas espécies endêmicas está o carandá, semelhante à carnaúba.quarta-feira, 16 de maio de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Turismo Eqüestre
Alguém sabe o que é Turismo Eqüestre?
Pois é, é uma nova atividade, sua pratica vem aumentando muito principalmente no Mato Grosso do Sul, é uma atividade muito completa para quem gosta de aventura e de estar em contato com a natureza. É muito utilizada também nas clinicas de equoterapia no tratamento de pessoas com necessidades especiais.
Na cidade de Bonito-MS tem muitos lugares onde é praticado o turismo eqüestre, são roteiros turísticos maravilhosos que a cidade oferece. As atividades de Ecoturismo e Turismo de Aventura são incríveis, porém não pode se esquecer da segurança, assim o passeio será inesquecível.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
São Paulo
domingo, 11 de dezembro de 2011
Espirito Santo , referência em beleza natural
Trilhas ecológicas, centros de estudos e pesquisas, como o Projeto Tamar e a Reserva Florestal da Vale, ajudam a compor o mosaico que é o Estado. Um cardápio turístico onde a gastronomia também é destaque. A moqueca, feita na panela de barro, é uma herança indígena hoje produzida artesanalmente pelas paneleiras de Goiabeiras. Já a Torta Capixaba, que tem mariscos, peixe e palmito entre os ingredientes, é o prato principal da culinária local na Semana Santa.O atual momento econômico, somado à qualidade de vida que oferece, transformou o Espírito Santo numa alternativa para o turismo de negócios. Nos últimos anos, o crescimento industrial do Estado está acima da média nacional, o que chamou a atenção de empreendedores para o seu potencial, principalmente na área de petróleo e gás.
O Espírito Santo possui localização estratégica com uma área de 46.184 km² e 78 municípios. Está na região Sudeste e próximo das principais metrópoles do País. Isso o torna atração para turistas de lazer, negócios e eventos provenientes de São Paulo, Bahia e Minas Gerais.São inúmeras as vantagens para se visitar o Espírito Santo. Possui fácil acesso rodoviário, estando ligado aos demais estados pela BR 101 e pela BR 262, que o interliga com o Centro-Oeste. Para receber o turista, conta com excelente infraestrutura, capaz de hospedagem de 11,4 mil pessoas na região metropolitana, em excelentes hotéis e rede de restaurantes.O Estado é o sexto no País em turismo de eventos e negócios e esse setor aumenta a cada ano, tendo em vista o desenvolvimento crescente do Espírito Santo e por oferecer preços competitivos para a realização de eventos. Para isso, conta com espaços para a realização de eventos de pequeno, médio e grande porte no Centro de Convenções e no Parque de Exposições de Carapina.
sábado, 10 de dezembro de 2011
Ecoturismo
Dessa forma podemos notar a necessidade de uma implantação de programas que tenham a preocupação de educar os turistas, para que o turismo em locais tão maravilhosos como a Gruta do Lago Azul sejam conscientes, pois assim será possível a conservação, a partir de uma simples mudança de postura das pessoas.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Estados do Brasil
Acre: Vem de áquiri, touca de penas usada pelos índios munducurus.
Alagoas: o nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.
Amazonas: nome de mulheres guerreiras que teriam sido vistas pelo espanhol Orellana ao desbravar o rio. Para Lokotsch, vem de amasuru, que significa águias retumbantes.
Bahia: o nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada.
Ceará: vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.
Espírito Santo: denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali
desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo.
Goiás: do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.
Maranhão: Do tupi, mba’ra, mar, e nã, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome dado ao rio Amazonas.
Mato Grosso: o nome designa uma região com margens cobertas de espessas florestas, segundo antigos documentos.
Minas Gerais: o nome deve-se às muitas minas de ouro espalhadas por quase todo o estado.
Pará: do tupi, pa’ra, que significa mar, designação do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins.
Paraíba: do tupi, pa’ra, rio, e a’iba, ruim, impraticável.
Paraná: do guarani pa’ra, mar, e nã, semelhante, rio grande, semelhante ao mar.
Pernambuco: do tupi, para’nã, rio caudaloso, e pu’ka, gerúndio de pug., rebentar, estourar.
Relativo ao furo ou entrada formado pela junção dos rios Beberibe e Capibaribe
Piauí: do tupi, pi’au, piau, nome genérico de vários peixes nordestinos. Piauí é o rio dos piaus.
Rio de Janeiro: o nome deve-se a um equívoco: Martim Afonso de Souza descobriu a enseada a 1º de janeiro de 1532 e a confundiu com um grande rio.
Rio Grande do Norte: derivado do rio Potengi, em oposição a algum rio pequeno, próximo, ou ao estado do Sul.
Rio Grande do Sul: primeiramente conhecido como Rio Grande de São Pedro. A Barra do Rio Grande de São Pedro, foi um ponto geográfico estratégico para a fixação do domínio lusitano no sul do país. Local ideal para que lá se instalasse um reduto militar com acesso marítimo ao interior pelo canal Rio Grande que liga a lagoa dos Patos ao oceano.
Rondônia: o nome do estado é uma homenagem ao marechal Rondon.
Santa Catarina: nome dado por Francisco Dias Velho a uma igreja construída no local sob a invocação daquela santa.
São Paulo: denominação da igreja construída ali, pelos jesuítas, em 1554 e inaugurada a 25 de janeiro, dia da conversão do santo.
Sergipe: do tupi, si’ri ü pe, no rio dos siris, primitivo nome do rio junto à barra da capitania.
Bahia: o nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada.
Ceará: vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.
Espírito Santo: denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali
desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo.
Goiás: do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.
Maranhão: Do tupi, mba’ra, mar, e nã, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome dado ao rio Amazonas.
Mato Grosso: o nome designa uma região com margens cobertas de espessas florestas, segundo antigos documentos.
Minas Gerais: o nome deve-se às muitas minas de ouro espalhadas por quase todo o estado.
Pará: do tupi, pa’ra, que significa mar, designação do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins.
Paraíba: do tupi, pa’ra, rio, e a’iba, ruim, impraticável.
Paraná: do guarani pa’ra, mar, e nã, semelhante, rio grande, semelhante ao mar.
Pernambuco: do tupi, para’nã, rio caudaloso, e pu’ka, gerúndio de pug., rebentar, estourar.
Relativo ao furo ou entrada formado pela junção dos rios Beberibe e Capibaribe
Piauí: do tupi, pi’au, piau, nome genérico de vários peixes nordestinos. Piauí é o rio dos piaus.
Rio de Janeiro: o nome deve-se a um equívoco: Martim Afonso de Souza descobriu a enseada a 1º de janeiro de 1532 e a confundiu com um grande rio.
Rio Grande do Norte: derivado do rio Potengi, em oposição a algum rio pequeno, próximo, ou ao estado do Sul.
Rio Grande do Sul: primeiramente conhecido como Rio Grande de São Pedro. A Barra do Rio Grande de São Pedro, foi um ponto geográfico estratégico para a fixação do domínio lusitano no sul do país. Local ideal para que lá se instalasse um reduto militar com acesso marítimo ao interior pelo canal Rio Grande que liga a lagoa dos Patos ao oceano.
Rondônia: o nome do estado é uma homenagem ao marechal Rondon.
Santa Catarina: nome dado por Francisco Dias Velho a uma igreja construída no local sob a invocação daquela santa.
São Paulo: denominação da igreja construída ali, pelos jesuítas, em 1554 e inaugurada a 25 de janeiro, dia da conversão do santo.
Sergipe: do tupi, si’ri ü pe, no rio dos siris, primitivo nome do rio junto à barra da capitania.
Tocantins: nome de tribo indígena que habitou as margens do rio. É palavra tupi que significa bico de tucano.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Serra da Bodoquena
A 36 Km de Bonito, um dos destinos ecoturísticos mais preservados do Brasil, encontra -se a entrada para o Parque Nacional da Serra da Bodoquena, possuindo a maior extensão de florestas naturais do Estado, é um divisor de águas e é responsável por todas as nascentes dos rios cristalinos da região, como a Salobra, o Prata, o Formoso, o perdido e o Sucuri.
Com 76.481 hectares que estão divididos em dois fragmentos, um ao norte e outro ao sul, o Parque Nacional da Serra da Bodoquena possui como cenário de fundo uma formação de montanhas de rochas calcárias que a difere das demais montanhas da região. O parque ainda possui áreas compostas campos alagados, cerrados, floresta estacional e o maior trecho de Mata Atlântica do estado de Mato Grosso.O parque oferece muitos atrativos e um deles é o Rio Perdido, que corta um pedaço da área do parque e que tem esse nome porque percorre alguns trechos se perdendo no meio do caminho, por baixo da rocha e por cavidades naturais, ressurgindo em outro local.
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